COMUNICADO DE IMPRENSA

COMUNICADO DE IMPRENSA

 

Tendo a CST tomado conhecimento, através dos meios de comunicação social, da petição submetida à Assembleia Nacional pelo Dr. Hamilton Vaz, e bem assim, do tratamento jornalístico que tem sido dado à mesma, vem, através do presente comunicado, reiterar que não  tem actualmente qualquer envolvimento com a eventual exploração que possa existir da numeração +239, nem nunca estaria envolvida em qualquer negócio que pudesse lesar o Estado de São Tomé e Príncipe, aliás, um dos acionistas de referência da CST.

 

Sem prejuízo dos meios a que recorrerá para se defender e reagir contra tais acusações, infundadas e caluniosas, considera importante clarificar que, no passado, existiram acordos de exploração do indicativo +239, nos quais a intervenção da CST, devidamente autorizada pelo Estado, foi apenas no sentido de estimular o tráfego internacional através da prestação de Serviço de Valor Acrescentado (SVA).

 

Todos esses acordos foram revogados em 31 de dezembro de 2013, por orientação do Governo e da AGER, e toda a documentação, incluindo os contratos assinados com fornecedores de serviço de audiotexto internacional e respectivas revogações, foram remetidas à AGER, numa demonstração inequívoca por parte da CST de que nada tinha a esconder.

 

Torna-se também importante clarificar que a CST desconhece o contrato (alegadamente) celebrado entre o Estado e a MGI para exploração de tráfego internacional e as eventuais contrapartidas financeiras que do mesmo possam resultar.

 

O Conselho de Administração da CST está a ser auscultado pela Assembleia Nacional, pelo que terá oportunidade de esclarecer os Senhores Deputados de que não esteve nem nunca estará envolvida em nenhum negócio que lese o Estado.

 

São Tomé, 16 de Setembro de 2020